5 erros comuns no uso da cinta após cirurgias plásticas

Você acaba de realizar o sonho da cirurgia plástica. Depois de tanto planejamento, a sensação é de felicidade e alívio. Mas cuidado para esse sentimento de que já deu tudo certo não atrapalhar o seu pós-operatório. O cuidado deve ser redobrado também na hora de escolher e usar a cinta modeladora.



O uso equivocado pode ter sérias consequências, como problemas de circulação decorrentes de uma compressão excessiva, marcas irreversíveis na pele e flacidez muscular quando o tempo de uso indicado pelo cirurgião plástico não é observado. É comum no consultório os pacientes trazerem o exemplo do pós-operatório de amigos ou conhecidos. Muitos não se dão conta de que todo o tratamento - assim como o pós-operatório - deve ser individualizado.


Portanto, a recomendação do tempo de uso da cinta pode variar de acordo com cada cirurgião. Normalmente, o que se orienta é que a cinta seja utilizada nos primeiros 60 dias continuamente e no terceiro mês durante apenas um dos períodos do dia. Mas é preciso estar atento e consultar o cirurgião plástico ao mínimo sinal de que algo não está evoluindo como deveria. Lembre-se que um pequeno detalhe no uso da cinta pode comprometer o resultado que você tanto espera.


A melhor forma de diminuir os riscos de complicações de uma cirurgia plástica é realizar o procedimento com um profissional reconhecido como especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, além de seguir todas as suas recomendações no pré e pós-operatório.


CINCO ERROS COMUNS NO USO DA CINTA


1 - COMPRESSÃO


A cinta deve estar confortável e não muito apertada. O desconforto pode ser um indicativo de que você escolheu um modelo não adequado. Para evitar esse tipo de erro, peça sempre a orientação do seu cirurgião plástico. A pressão excessiva em algumas áreas também é um risco. Regiões como virilha, pernas e axilas devem estar confortáveis. Preste atenção se os elásticos da cinta estiverem forçando essas áreas.


2 - PERMITIR QUE A CINTA DOBRE


A cinta não deve dobrar, ainda mais no momento em que se senta. As talas e placas servem para manter, principalmente, a região da cintura sem dobras. Fique atento também para a alça muito apertada, isto pode te gerar um mal estar.


3 - FAZER ESFORÇO AO VESTIR A CINTA

Lembre-se que você acabou de passar por uma cirurgia. Portanto, não é hora de grandes esforços. Por isso, no início do pós-operatório o mais indicado é delegar isso a terceiros. O esforço excessivo pode acarretar até tonturas e desmaios. É preciso também prestar atenção na hora de colocar a cinta, já que as costuras não podem ficar viradas para dentro porque deixam marcas na pele. Caso o cirurgião peça para você apertar a sua cinta, faça dobras que fiquem para fora e nunca para dentro, em contato direto com a pele.


4 - USO EXCESSIVO DA CINTA

Cada paciente reage de uma maneira e por isso o tempo de uso da cinta também vai depender de cada caso. Confie na orientação do seu cirurgião plástico, que estará sempre atento a sua evolução. Portanto, nem menos, nem mais. O uso excessivo ainda é prejudicial para para a musculatura, que precisa ser trabalhada e fortalecida, podendo causar flacidez muscular.


5 - USAR APENAS UMA CINTA


Não se pode pensar em uma simples economia quando a saúde e o sucesso do procedimento estão em jogo. Lembre-se que não dá pra ficar sem cinta enquanto ela é lavada. Por isso é imprescindível ter pelo menos duas cintas de qualidade para garantir esse rodízio.


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